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OS EFEITOS DA COVID-19 NA SAÚDE E ECONOMIA

Passados aproximadamente 50 dias desta nova realidade que o COVID-19 nos impingiu, nos deparamos com abalos tanto no âmbito da saúde, como também na economia, haja vista o esforço dos entes federativos na busca de minimizar os prejuízos nas áreas supracitadas.


É fato também, que as providências, infelizmente, têm esbarrado em questões políticas, o que ocasiona uma maior insegurança na tomada de decisões, tanto pelas empresas como pelos cidadãos.


Os efeitos de tais medidas estão cobertos por uma névoa de incertezas, que ora pendem para um isolamento social parcial, ora para um isolamento mais radical, tome-se como exemplo o estado do Maranhão, onde em algumas localidades já foi decretado o lockdown. A pergunta que fica é: haverá outras cidades a seguirem este exemplo?


O que a experiência tem nos mostrado até o momento é que, qualquer das formas de isolamento que se adote, invariavelmente, provocam prejuízos imediatos e futuros. Todos nós estamos nos reinventando para enfrentar este desafio.


Devemos observar os primeiros movimentos de flexibilização em alguns países, isto nos fornecerá subsídios para desenharmos modelos mais consistentes em nosso território.

Já começam a surgir casos que nos fazem crer em uma reação rápida na flexibilização. Vejamos o caso do Grupo Via Varejo, que reabriu 224 de suas lojas com movimento igual ao período pré-pandemia.


Medidas devem ser tomadas para que a passagem por este momento crítico seja menos traumática, certamente vai exigir criatividade. Entendemos que há uma demanda reprimida em função do vírus e, tão logo o mercado retorne às suas atividades alcançaremos, mais rápido do que se espera, os níveis normais de transações comerciais, sendo possível vislumbrar uma rápida ascensão.


Seguem algumas sugestões:

1. Redução, no maior nível possível, das despesas;

2. Reordenamento nas prioridades bem como, segundo as novas circunstâncias, elevarmos as receitas;

3. Elevação, se possível, de capital de giro (melhor ter um custo financeiro de alguns meses do que sofrer um problema sério de caixa nos meses a seguir, além disto é provável que o crédito deva se escassear devido ao aumento da inadimplência);

4. Colocar seus melhores colaboradores para repensarem ao formas de atuação a partir de agora.


Os recursos oferecidos às empresas para auxílio da folha de pagamento ainda podem ser buscados, apenas 35% do valor ofertado foi tomado até o momento. Talvez, a obrigatoriedade de manutenção dos empregos, possa ter assustado boa parte do empresariado.


Nós da Valor do Brasil estamos acompanhando passo a passo, todas as reações do mercado e, nos colocamos à sua disposição para auxiliá-los na tomada das melhores decisões para seu negócio, tanto na atual conjuntura, como também ajudando a traçar caminhos futuros.


Conte conosco

Atenciosamente.

Consultoria Tributária – Valor do Brasil




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